Memórias do Velho Mundo – Paris – A Notre Dame, o Jardim de Luxemburgo e o Restaurante do Metallica

Depois de visitar a Sacre-Coeur, a Torre Eiffel e o Louvre, faltava uma figurinha do be-a-bá parisiense no meu álbum: a Catedral de Notre Dame. Ainda sobrava um tempo no dia seguinte, e eu resolvi fazer um rolê mais light, no Jardim de Luxemburgo. E uma surpresa: um restaurante em homenagem ao Metallica.

Memórias do Velho Mundo – Paris – A Notre Dame, o Jardim de Luxemburgo e o Restaurante do Metallica.

#103 – Notre Dame

Últimos momentos de Paris. Se você leu meus posts anteriores, você vai lembrar do tour que eu fiz na primeira oportunidade em Paris, e lá eu pude dar uma passada rápida em diversos lugares centrais onde poderia visitar com mais tempo depois. A Catedral de Notre Dame foi uma delas. E no penúltimo dia, eu decidi visitar esta que é uma das igrejas mais famosas do mundo, senão a mais famosa.

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A Catedral fica num ponto central de Paris (conhecida como Hôtel de Ville – em tradução livre, centro, downtown). Não é difícil chegar aqui. Basta descer nas estações Saint Michel, Châtelet ou Hôtel de ville.

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Não faltam pombos e ambulantes na entrada da Catedral. Aliás, é até difícil tirar fotos de lá com tanta gente em filas ou oferecendo produtos como mini torres eiffel, imãs, e comida também.

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Meu objetivo era subir na torre, que você pode ver na imagem acima. A entrada das torres fica na lateral esquerda da Catedral, mas você identificar facilmente pela fila, costuma ser maior do que a própria para entrar na igreja.

Em geral, se pode entrar todos os dias na torre, mas dependendo da época do ano, os horários de abertura e fechamento costumam ser alterado. No inverno, quando a luz do dia dura menos tempo, por exemplo, abre das 10h as 17h30. Já no verão e primavera, abre das 10h as 18h30.

O acesso é pago: hoje (junho de 2015), o preço é de 8,50 euros para adulto. Há a possibilidade, claro, de descontos dependendo da faixa de idade, e utilizar o Paris Pass – um dia falarei dele.
Infelizmente, quando eu fui o acesso só era aberto a uma das torres e eu não pude visitar a cripta também.

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A vista da torre é  magnífica e permite ver uma boa parte da cidade de Paris de um ângulo único. Para quem gosta de arquitetura, dá para visualizar a divisão de Paris que foi ordenada na década de 1860, em arrendondamentos.

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As famosas gárgulas da Notre Dame

Momento gordice. Perto da Catedral existem algumas padarias e docerias muito boas (e relativamente caras), que oferecem zilhões de calorias para alimentar a sua criança anterior. Eu não comi, mas tirei fotos e até hoje dá vontade de comer.

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#104 – O Jardim de Luxemburgo

O Jardim de Luxemburgo é o maior jardim de Paris. E um dos mais belos do mundo também (claro, não ganha do meu favorito – o Parque de Hitachi no Japão.
Voltando para Paris, o Jardim fica perto do Senado e tem diversas estátuas de artistas famosos ao redor de seus trocentos e incrivelmente bem cuidados metros quadrados de plantas, flores, fontes e construções.

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A entrada do Parque fica perto da Estação Luxembourg (RER, o trem) ou Port Royal (Metrô). A entrada é gratuita.

#105 – O Restaurante em homenagem ao Metallica – O Pub James Hetfeeld.

Na volta para o Hostel, qual não foi a minha surpresa de encontrar na região de Montmartre o James Hetfeeld’s Pub, um restaurante/bar em homenagem ao Metallica e ao seu vocalista. Eu, como um grande fã da banda e do cantor, vi caírem gotas de suor dos meus olhos. Embalado ao som de Seek and Destroy, entrei no lugar e logo me acomodei.

Peguei o menu que fazia referência às músicas mais famosas da banda. Pedi um Sirloin com beef e enquanto degustava a carne e ria com o menu, ouvia músicas do Black Sabbath, Megadeth (!!), e outras bandas conexas. Ainda tinha muitas lembranças, memorabilia, da banda, como camisas, guitarras, palhetas e diversas fotos. A minha visita à França terminou com esta surpresa.

Eu achei engraçado apenas a alteração do nome de Hetfield para Hetfeeld. O Bar fica na Boulevard Poissonnière, entre os metrôs Bonne Nouvelle e Richelieu-Drouot

 

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#106 – Adeus, Paris

Paris foi uma cidade marcante para mim. Como eu disse logo no começo. É muito melhor do que eu esperava. Mas algo ainda melhor estaria para vir. A Suíça. O Pais mais belo que eu já visitei. E onde eu vou morar muito em breve.

Arrumei as malas e parti para o aeroporto Charles de Gaulle. Deixei o hostel e diversos novos amigos para trás. 30 de dezembro de 2014! Menos de um dia e meio para o fim do ano.

No próximo post, Genebra.

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